Diferente dos dramalhões pesados da TV atual, O Cravo e a Rosa é um abraço quentinho no coração. É a prova de que amor pode começar com ódio, e que uma boa briga pode ser o melhor dos flertes.

Catarina não é uma vítima. Ela não precisa ser salva. Petruchio não a "doma"; ele aprende com ela. A narrativa de 2000, escrita por Walcyr Carrasco, é surpreendentemente moderna. Em 2021, o público redescobriu que Catarina é a maior heroína feminista da TV brasileira. Ela diz o que pensa, escolhe seu homem (mesmo que ele seja um ogro) e, no final, quem muda é ele.

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Catarina (Adriana Esteves), apelidada de "Catra", é uma mulher à frente de seu tempo: inteligente, espirituosa, de língua afiada e sem a menor paciência para a submissão feminina. Para as irmãs, como a doce Bianca (Leandra Leal), e para o pai hipocondríaco (Otávio Augusto), Catarina é um "perigo" — uma solteirona invencível.